quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Estudo Diário - Agar e o monte Sinai

No Sinai, Deus queria compartilhar com os filhos de Israel a mesma relação de aliança que havia compartilhado com Abraão.

Êxodo 19 se parece muito com Gênesis 12. Deus apenas queria que Seu povo ouvisse, nada mais.
“Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então, sereis a minha propriedade peculiar entre todos os povos; porque toda a terra é minha”. Êxodo 19:5.
As palavras guardar e obedecer, neste verso, literalmente significam ouvir. Estas palavras não significam justiça pelas obras, pelo contrário. Deus queria que Israel tivesse a mesma fé que caracterizava a resposta de Abraão às Suas promessas.


Embora tudo seja a mesma coisa, Paulo usou o Sinai para identificar a experiência negativa de Hagar. Deus usou tal experiência para aprofundar a pecaminosidade da humanidade e o remédio da graça abundante de Deus, simbolizada nas cerimônias do santuário.
Na verdade, o problema da aliança do Sinai, não estava com Deus, mas com as promessas defeituosas do povo.


Os israelitas não responderam às promessas de Deus com fé e humildade, mas com autoconfiança.


O povo respondeu: “Tudo o que o Senhor falou, faremos”. Êxodo 19:8.
Assim como Abraão e Sara tentaram ajudar Deus a cumprir Suas promessas, os israelitas transformaram a aliança da graça de Deus em uma aliança de obras.


Hagar e o Sinai tem em comum o fato de representarem duas situações diferentes com a mesma tendência: tentativas humanas de salvação pelas obras.


Tenham todos um ótimo dia.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Viseu: Bispo pede aos padres que deem parte do subsídio de Natal


Viseu: Bispo pede aos padres que deem parte do subsídio de Natal para socorrer famílias em dificuldades

 

Viseu, 29 nov 2011 (Ecclesia) – O bispo de Viseu pediu aos padres da diocese para repartirem uma fatia do subsídio de Natal em favor do fundo de solidariedade diocesano, que esgotou por causa do aumento dos pedidos das famílias em dificuldades.

Na mensagem de Advento, enviada à Agência ECCLESIA, D. Ilídio Leandro dirige-se em aos sacerdotes para lhes pedir que “aceitem partilhar com os ‘mais pequenos’ e entreguem na Tesouraria Diocesana – até ao dia 18 de dezembro – uma parte do subsídio de Natal deste ano”.

“A receita será, de imediato, entregue ao Secretariado Diocesano da Pastoral Social que, através da Cáritas Diocesana, fará com que vá contribuir para que haja Natal nas pessoas e nas famílias da nossa Diocese”, explica o prelado, que também pede o contributo financeiro dos “restantes cristãos” da Igreja viseense.

O prelado sublinha que a data de nascimento de Jesus “é oportunidade rica e propícia para celebrar a fé com gestos e obras de amor porque, sem eles, não há condições para mostrar a sua existência (nem do Natal nem da fé)” e recorda que os organismos de apoio social da Igreja “são veículos próprios para a entrega de um gesto” natalício.

“Não podemos permitir que, neste ano, não haja Natal para os ‘mais pequenos’ das nossas comunidades”, frisa D. Ilídio Leandro, lembrando que o Sínodo diocesano, que decorre até 2015, exige “gestos de comunhão e de partilha, passando da escuta ‘da Palavra à Ação’, construindo uma Igreja anunciante, testemunhadora, justa e fraterna”.

A concluir a mensagem, que constitui um “apelo aos sacerdotes e a todos os cristãos”,  o responsável pede aos fiéis que acolham “o nascimento de Jesus que é Menino carente em todos os que precisam e gritam por amor”.

Fonte: Agência Ecclesia

Arrebatamento Secreto???


Estudo Diário - Abraão, Sara e Agar.

Bom dia a todos. O tema de hoje é: “Abraão, Sara e Hagar”.

O lugar de Hagar na história está exatamente no lugar onde Abrão vacilou em sua crença na promessa de Deus.

Hagar era uma escrava egípcia e se tornou propriedade de Abrão como uma das dádivas de Faraó, quando do episódio envolvendo Sara, sua mulher.

Deus prometeu um filho a Abrão, mas dez anos se passaram e nada. Concluindo que Deus necessitava de uma ajuda, Sarai entregou a serva Hagar como concubina a Abrão, seu marido.

Isso é estranho para nós hoje, mas naqueles dias fazia parte do costume. Mesmo um grande homem de fé pode falhar ao enfrentar circunstâncias assustadoras. Abrão não foi fiel e leal à sua crença na promessa de Deus.

“Hagar deu à luz um filho a Abrão; e Abrão, a seu filho que lhe dera Hagar, deu o nome de Ismael”. Gênesis 16:15.

Tivesse Abrão confiado em Deus muita tristeza e sofrimento teriam sido evitados.
Deus permite que tomemos decisões erradas porque nos ama, e mais do que isso, Ele nos ajuda a consertar nossos deslizes.

Tenham todos um ótimo dia.

Bebé morre sem transplante que Portugal deixou de fazer

Tiago, de dois anos, estava inserido num protocolo com Espanha. A única unidade nacional fechou em Julho.

Tiago, um bebé de dois anos de Braga, esperava em Espanha por um fígado novo, depois de Portugal ter deixado de fazer transplantes hepáticos em crianças.

Apesar de o protocolo ter sido accionado, não foi possível salvar-lhe a vida, devido a uma infecção. Foi a primeira morte infantil em casos do género. Desde Julho que o nosso país deixou de fazer estas cirurgias, porque o único médico que as fazia, em Coimbra, saiu. Um acordo com o centro de La Paz, em Madrid, procura resolver o problema desde Outubro.

Oito crianças foram encaminhadas e duas já receberam um novo órgão. Bloco de Esquerda e associação de doentes vão questionar o Governo.

Fonte: DN

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

O selo de Deus e o sinal da Apostasia



Gostaria de analisar estas duas palavras “selo” e “sinal”. Obviamente, toda a gente sabe o que é um selo e se assim não fosse teríamos o dicionário: selo, peça de origem metálica, com as armas ou divisas de algum Estado, ou pertencente a particulares, como que se autenticam ou validam papéis importantes, pressionando-a sobre cera ou lacre; chancela, sinete: o selo real (Dicionário Enciclopédico Koogan Larousse), o mesmo diz em relação à palavra sinal, indício, vestígio, prova: não ficou sinal do crime. / Particularidades físicas; mancha, cicatriz: tem um sinal na testa (etc).
Não se observa uma diferença acentuada em termos gramaticais ou linguísticos, uma e a outra, parecem ter o mesmo sentido, assim, convém estudar o que diz a Bíblia sobre o sentido espiritual. 
 
 
 
 1. O que apresenta a Bíblia como sendo o objectivo de um sinal ou selo?
Rª: “Agora, pois, ó rei, confirma a proibição, e assina o édito, para que não seja mudado, conforme a lei dos medos e dos persas, que não se pode revogar.” Dan. 6:8.
Nota explicativa: Isto é, apõe a assinatura da realeza, afim, de que possa ter devida autoridade e entrar assim em vigor. Era antigamente costume que os reis usassem para esse propósito um anel, que continha o seu nome, iniciais ou monograma. Jezabel, mulher de Acabe, “escreveu cartas em nome de Acabe, e as selou com o seu sinete.” 1ª Reis 21:8. Diz-se do decreto promulgado por Assuero, para a morte de todos os judeus no império persa, que “em nome do rei Assuero se escreveu, e com o anel do rei se selou.” Ester 3:12.
 
2. Quais são os três requisitos necessários num selo oficial?
Nota explicativa: Para que seja validado, deve um selo oficial apresentar três requisitos: (1) o nome do legislador; (2) o seu cargo oficial, título, ou autoridade, bem como o seu direito a governar; e (3) o seu reino, ou a extensão do seu domínio e jurisdição. Por exemplo: “General E. G. Dutra, presidente dos Estados Unidos do Brasil,” Jorge VI, Rei da Grã-Bretanha,”, “Harry Truman, Presidente dos Estados Unidos da América do Norte” etc.
 
 
 

Estudo Diário - A aliança abraâmica

Que promessas da aliança Deus fez a Abrão em Gênesis 12:1-5? Qual foi a resposta de Abrão?
As promessas iniciais de Deus para Abrão formam uma das passagens mais poderosas do Antigo Testamento. Esses versos são todos sobre a graça de Deus. Foi o Senhor, não Abrão, que fez as promessas. Abrão não havia feito nada para obter ou merecer o favor de Deus, nem existe ali nenhuma indicação que sugira que Deus e Abrão de alguma forma trabalharam juntos para chegar a esse acordo. Deus fez todas as promessas. Abrão, em contrapartida, foi chamado a exercer fé na certeza da promessa de Deus, não uma pretensa e frágil “fé”, mas uma fé que se manifestou quando ele (com 75 anos de idade) deixou seus familiares e se dirigiu à terra que Deus havia prometido.

“Com a ‘bênção’ pronunciada sobre Abraão e, através dele, a todos os seres humanos, o Criador renovou Seu propósito redentor. Ele havia ‘abençoado’ Adão e Eva no paraíso (Gn 1:28; 5:2) e depois ‘abençoou Deus a Noé e a seus filhos’ após o Dilúvio (9:1). Dessa forma, Deus tornou clara Sua promessa anterior de um Redentor que iria redimir a humanidade, destruir o mal e restaurar o paraíso (Gn 3:15). Deus confirmou Sua promessa de abençoar ‘todos os povos’ em Sua obra universal de proclamação do evangelho” (Hans K. LaRondelle, Our Creator Redeemer, p. 22, 23).

4. Após dez anos de espera pelo nascimento do filho prometido, que perguntas Abrão tinha sobre a promessa de Deus? Gn 15:1-6

Abrão acreditou, mas também teve dúvidas ao longo do caminho. Sua fé foi crescente. Como o pai do relato de Marcos 9:24, Abrão basicamente disse a Deus em Gênesis 15:8: “Eu creio! Ajuda-me na minha falta de fé!”. Em resposta, Deus graciosamente assegurou a Abrão sobre a certeza da Sua promessa, ao entrar numa aliança formal com ele (Gn 15:7-18). O que torna essa passagem tão surpreendente não é o fato de que Deus tivesse entrado em uma aliança com Abrão, mas o quanto Ele estava disposto a ceder para realizá-la. Ao contrário de outros governantes do antigo Oriente Próximo, que rejeitavam a ideia de fazer promessas obrigatórias com seus servos, Deus não apenas deu Sua palavra, mas, simbolicamente, passando por entre os pedaços dos animais sacrificados, colocou em risco Sua própria vida nesse pacto. Jesus, no fim das contas, deu a vida para tornar Sua promessa uma realidade.

Quais são algumas áreas nas quais você deve estender a mão pela fé e crer no que parece impossível? Como você pode aprender a se manter firme, não importando o que aconteça?